Fim de linha
Agora é oficial: a CP alterou o mapa dos ramais ferroviários e, pela primeira vez, Estremoz... não vem no mapa!
É triste mas é a realidade. Sobre este assunto foi publicada uma opinião assinada por Joana Ortigão que me pareceu bem fundamentada.
Pela parte que me toca estou de consciência tranquila: gastei o meu latim aqui, aqui, aqui e ainda aqui, para já não falar das múltiplas intervenções que fiz na Câmara Municipal (documentadas nas diferentes actas e em outros tantos vídeos).
A indiferença
Em boa verdade eu até compreendo. Toda a gente está farta da política e, particularmente, dos políticos. Contínuo a achar que o exercício da Política é uma actividade MUITO NOBRE... que coexiste com alguns actores (digo "alguns" porque não são todos, não porque sejam poucos) que não resistem à tentação de meter a mão no pote. Acho porém que, pelo menos de vez em quando, seria bom que as pessoas soubessem o que se passa no exercício da acção política.
Tempos difíceis
Este não é exactamente o momento mais oportuno para manifestar apoio ao Governo. Quem o fizer corre sempre aquele risco clássico de ser rotulado com um rotundo "és como eles!". De facto são tantas e tão marcantes as medidas impopulares que estão a ser tomadas, que se torna difícil concordar com todas. E não concordo mesmo com todas. Tenho, porém, uma imensa dificuldade em apresentar alternativas mais agradáveis que não corram o risco de elas próprias serem "emendas piores que o soneto" a prazo.
Estremoz, Terra de Encantos
Em relação a outro artigo aqui publicado defendi hoje na Reunião de Câmara que o Município não adoptasse o lema "Estremoz, tem mais encanto". A explicação é simples: Coimbra, através do seu fado, já faz tal menção. Não sendo original, tal expressão pode surtir efeito oposto ao desejado.
Estremoz tem mais encanto
Tudo leva a crer que o vídeo que reproduzo a seguir seja uma produção do Município de Estremoz. Neste pressuposto e tratando-se, ao que parece, de um vídeo promocional, faria sentido que ele fosse suficientemente divulgado tendo em vista alcançar os propósitos que presidiram à sua criação.
Uma cidade espartilhada
Vejam só o drama de Saragoça... uma cidade trespassada por uma linha férrea... que espartilho... que falta de ar


